sábado, 28 de junho de 2008

Tesouro poderá contar com até R$ 50 a mais para abater da dívida pública

O governo poderá contar com até R$ 50 bilhões a mais para pagar a dívida pública. Medida provisória (MP) editada hoje (27) permite ao Tesouro Nacional usar dinheiro não-gasto de orçamentos de anos anteriores, e que estavam vinculados a ministérios e a órgãos federais, para o abatimento da dívida pública.

Esses recursos, explicou o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, vêm do superávit primário (economia de recursos para pagar os juros da dívida) de anos anteriores. É importante ressaltar que isso não tem nada a ver com o orçamento deste ano, esclareceu.



Segundo Augustin, esses recursos precisam ser desvinculados para não ficarem retidos na conta única do Tesouro. Por causa da legislação, o governo precisa desvincular, de tempos em tempos, as disponibilidades da União não usadas,explicou. A última vez que o governo tinha recorrido a esse tipo de desvinculação, afirmou o secretário, foi em 2006.

Correio do Estado

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Dívida externa estimada para março sobe para US$ 202,6 bilhões

UOL
28/04/2008 - 10h59
BRASÍLIA - A dívida externa estimada para março ficou em US$ 202,633 bilhões, com aumento em relação à posição fechada de dezembro de 2007 em US$ 193,219 bilhões. Os dados são do Banco Central (BC).

Em março, a dívida externa de médio e longo prazos foi projetada em US$ 161,689 bilhões, superior aos US$ 154,318 bilhões fechados em dezembro do ano passado. A dívida de curto prazo era prevista em US$ 40,944 bilhões, também maior do que os US$ 38,901 bilhões de dezembro.

Os empréstimos intercompanhias das multinacionais a suas subsidiárias no país totalizavam US$ 51,411 bilhões no terceiro mês de 2008.
Somando-se esses empréstimos, desconsiderados da dívida externa líquida, a dívida bruta correspondeu a US$ 254,075 bilhões, cerca de US$ 14 bilhões superior aos US$ 240,495 bilhões fechados para dezembro.

(Azelma Rodrigues | Valor Online)
UOL

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Dívida externa teve resgate líquido de R$ 2,51 bilhões em março, diz Tesouro

24/04/2008 - 19h23

BRASÍLIA - O Tesouro Nacional informou que a dívida externa registrou resgate líquido de R$ 2,51 bilhões em março. No valor estão incluídos pagamentos efetivos (em reais) do programa de resgate antecipado (buyback) de bônus soberanos em janeiro e fevereiro, além do vencimento do Global 2008-A.

Apesar de não ter feito captação no exterior, no mês passado o Tesouro registrou o ingresso do equivalente a R$ 4,53 bilhões em financiamento de um organismo multilateral ao governo brasileiro.

Com o resgate do Global, os gastos corresponderam a R$ 989,75 milhões em principal e R$ 354,93 milhões em juros, ágio e encargos. Já o cancelamento dos títulos recomprados no primeiro bimestre ficou em R$ 635,97 milhões em principal e R$ 210,53 milhões com encargos.

Foram pagos ainda R$ 211,84 milhões em parcelas vencidas de organismos multilaterais e outros R$ 79,14 milhões a agências governamentais, além de R$ 35,85 milhões com um dos bônus remanescentes da renegociação externa do país em 1994.

A divida pública federal externa fechou março correspondendo a R$ 106,25 bilhões, aumento mensal de 2,94%, com a apropriação de juros sobre o estoque no valor de R$ 5,255 bilhões.

terça-feira, 31 de julho de 2007

Governo central - que inclui Tesouro Nacional, Previdência e Banco Central - economizou R$ 43,7 bilhões, no primeiro semestre

* A economia feita pelo governo para pagar os juros da dívida cresceu no primeiro semestre, e a meta de superávit primário prevista para agosto foi atingida dois meses antes.

Especialistas dizem que a marca foi conseguida graças ao fraco ritmo do investimento público.

Em seis meses, o PPI (Projeto Piloto de Investimentos) recebeu só 10% do total previsto para o ano. Ele inclui obras de infra-estrutura, como saneamento e transportes.

De janeiro a junho, o governo central - que inclui Tesouro Nacional, Previdência e Banco Central - economizou R$ 43,7 bilhões.

O valor é 13,5% maior que o registrado no período em 2006 e idêntico à meta prevista para os oito primeiros meses do ano.

A antecipação foi comemorada pelo secretário do Tesouro, Arno Augustin. "Cumprimos em junho a meta prevista apenas para agosto."

(Folha de São Paulo - Sinopse Radiobrás)

sábado, 14 de julho de 2007

Reservas internacionais do Brasil poderão se tornar equivalentes à sua dívida externa

- As reservas internacionais do Brasil devem cravar os US$ 150 bilhões esta semana e podem zerar a dívida externa total ainda este ano.

O último saldo disponível indicava US$ 148,4 bilhões no dia 6.

Mantido o ritmo atual de acumulação - foram acrescidos US$ 65 bilhões desde janeiro -, o montante pode chegar a US$ 200 bilhões até dezembro, volume suficiente para pagar, com folga, a dívida de US$ 184,3 bilhões.

Embora o Banco Central não divulgue sua meta, indicadores sugerem que há espaço para crescer.

Um deles é a relação reservas/PIB, que está em 11%, enquanto no Chile chega a 15%.

"Para que o Brasil alcance o Chile é preciso ao menos US$ 190 bilhões no caixa", diz Newton Rosa, economista-chefe da SulAmérica Investimento.

O dólar em baixa também deve estimular o apetite do BC, que de janeiro a maio adquiriu US$ 47,5 bilhões no mercado.

(Gazeta Mercantil - Sinopse Radiobrás - 10-07-07)

quinta-feira, 21 de junho de 2007

DÓLAR BARATO CONTRIBUI PARA A REDUÇÃO DO CUSTO DA DÍVIDA PÚBLICA FEDERAL

* Alvo da reclamação de exportadores, o dólar baixo ajudou na redução do custo da dívida pública federal.

Segundo dados do Tesouro Nacional, o custo caiu de 12,19% em abril para 8,27% em maio.

O estoque da dívida cresceu 1,04%, somando R$ 1,285,9 trilhão.

(Gazeta Mercantil - Sinopse Radiobrás)

quarta-feira, 20 de junho de 2007

DÍVIDA DO SETOR PÚBLICO É DE 44,4% DO PIB, O MENOR NÍVEL DESDE 1999

* A dívida líquida do setor público atingiu 44,4% do Produto Interno Bruto (PIB), o menor nível desde abril de 1999.

De acordo com relatório do Banco Central, o endividamento público em abril ficou em R$ 1,079 trilhão.

O cenário fiscal positivo vem contribuindo para que o setor público fique bem perto do sonhado "déficit zero".

Nos primeiros quatro meses do ano, o déficit nominal foi de apenas 0,05% do PIB.

(Estado de São Paulo - Sinopse Radiobrás)