da Folha Online
Hoje na Folha Os países mais ricos vêm experimentando uma explosão de seu endividamento público, informa matéria de Fernando Canzian publicada na Folha deste domingo (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).
Com as medidas de socorro à economia tomadas desde o início da crise financeira, EUA, países da zona do euro e Reino Unido estão vendo subir rapidamente sua dívida pública, pois é dela que sai o financiamento para os pacotes de estímulo fiscal.
Projeção da Standard & Poor's mostra que a dívida pública como proporção do PIB (Produto Interno Bruto) nos EUA deve passar dos atuais 44% para 77% em quatro anos. Em dólares, isso significa que o endividamento deverá sair dos já sem precedentes US$ 6,3 trilhões e chegar a mais de US$ 10 trilhões --valor superior a seis PIBs do Brasil. Na Alemanha a dívida irá de 62% para 72%, e no Reino Unido praticamente dobrará de 49% para 97% do PIB.
A redução no nível de atividade da economia mundial neste primeiro trimestre foi a maior desde o final da Segunda Guerra. Neste segundo trimestre, foi sinalizada alguma recuperação, principalmente entre as economias emergentes. Nos países ricos, a melhora no ritmo da economia é muito mais lenta e acompanhada do endividamento.
Apesar de o mercado financeiro vir ensaiando o fim da atual recessão (desde março, a Bolsa de Nova York já subiu mais de 30%), alguns analistas dizem que é cedo para isso. Segundo o IIF (Instituto de Finanças Internacionais, na sigla em inglês), a economia mundial só deverá dar sinais de melhora real a partir de 2010.
domingo, 24 de maio de 2009
sábado, 28 de junho de 2008
Tesouro poderá contar com até R$ 50 a mais para abater da dívida pública
O governo poderá contar com até R$ 50 bilhões a mais para pagar a dívida pública. Medida provisória (MP) editada hoje (27) permite ao Tesouro Nacional usar dinheiro não-gasto de orçamentos de anos anteriores, e que estavam vinculados a ministérios e a órgãos federais, para o abatimento da dívida pública.
Esses recursos, explicou o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, vêm do superávit primário (economia de recursos para pagar os juros da dívida) de anos anteriores. É importante ressaltar que isso não tem nada a ver com o orçamento deste ano, esclareceu.
Segundo Augustin, esses recursos precisam ser desvinculados para não ficarem retidos na conta única do Tesouro. Por causa da legislação, o governo precisa desvincular, de tempos em tempos, as disponibilidades da União não usadas,explicou. A última vez que o governo tinha recorrido a esse tipo de desvinculação, afirmou o secretário, foi em 2006.
Correio do Estado
Esses recursos, explicou o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, vêm do superávit primário (economia de recursos para pagar os juros da dívida) de anos anteriores. É importante ressaltar que isso não tem nada a ver com o orçamento deste ano, esclareceu.
Segundo Augustin, esses recursos precisam ser desvinculados para não ficarem retidos na conta única do Tesouro. Por causa da legislação, o governo precisa desvincular, de tempos em tempos, as disponibilidades da União não usadas,explicou. A última vez que o governo tinha recorrido a esse tipo de desvinculação, afirmou o secretário, foi em 2006.
Correio do Estado
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Dívida externa estimada para março sobe para US$ 202,6 bilhões
UOL
28/04/2008 - 10h59
BRASÍLIA - A dívida externa estimada para março ficou em US$ 202,633 bilhões, com aumento em relação à posição fechada de dezembro de 2007 em US$ 193,219 bilhões. Os dados são do Banco Central (BC).
Em março, a dívida externa de médio e longo prazos foi projetada em US$ 161,689 bilhões, superior aos US$ 154,318 bilhões fechados em dezembro do ano passado. A dívida de curto prazo era prevista em US$ 40,944 bilhões, também maior do que os US$ 38,901 bilhões de dezembro.
Os empréstimos intercompanhias das multinacionais a suas subsidiárias no país totalizavam US$ 51,411 bilhões no terceiro mês de 2008.
Somando-se esses empréstimos, desconsiderados da dívida externa líquida, a dívida bruta correspondeu a US$ 254,075 bilhões, cerca de US$ 14 bilhões superior aos US$ 240,495 bilhões fechados para dezembro.
(Azelma Rodrigues | Valor Online)
UOL
28/04/2008 - 10h59
BRASÍLIA - A dívida externa estimada para março ficou em US$ 202,633 bilhões, com aumento em relação à posição fechada de dezembro de 2007 em US$ 193,219 bilhões. Os dados são do Banco Central (BC).
Em março, a dívida externa de médio e longo prazos foi projetada em US$ 161,689 bilhões, superior aos US$ 154,318 bilhões fechados em dezembro do ano passado. A dívida de curto prazo era prevista em US$ 40,944 bilhões, também maior do que os US$ 38,901 bilhões de dezembro.
Os empréstimos intercompanhias das multinacionais a suas subsidiárias no país totalizavam US$ 51,411 bilhões no terceiro mês de 2008.
Somando-se esses empréstimos, desconsiderados da dívida externa líquida, a dívida bruta correspondeu a US$ 254,075 bilhões, cerca de US$ 14 bilhões superior aos US$ 240,495 bilhões fechados para dezembro.
(Azelma Rodrigues | Valor Online)
UOL
quinta-feira, 24 de abril de 2008
Dívida externa teve resgate líquido de R$ 2,51 bilhões em março, diz Tesouro
24/04/2008 - 19h23
BRASÍLIA - O Tesouro Nacional informou que a dívida externa registrou resgate líquido de R$ 2,51 bilhões em março. No valor estão incluídos pagamentos efetivos (em reais) do programa de resgate antecipado (buyback) de bônus soberanos em janeiro e fevereiro, além do vencimento do Global 2008-A.
Apesar de não ter feito captação no exterior, no mês passado o Tesouro registrou o ingresso do equivalente a R$ 4,53 bilhões em financiamento de um organismo multilateral ao governo brasileiro.
Com o resgate do Global, os gastos corresponderam a R$ 989,75 milhões em principal e R$ 354,93 milhões em juros, ágio e encargos. Já o cancelamento dos títulos recomprados no primeiro bimestre ficou em R$ 635,97 milhões em principal e R$ 210,53 milhões com encargos.
Foram pagos ainda R$ 211,84 milhões em parcelas vencidas de organismos multilaterais e outros R$ 79,14 milhões a agências governamentais, além de R$ 35,85 milhões com um dos bônus remanescentes da renegociação externa do país em 1994.
A divida pública federal externa fechou março correspondendo a R$ 106,25 bilhões, aumento mensal de 2,94%, com a apropriação de juros sobre o estoque no valor de R$ 5,255 bilhões.
BRASÍLIA - O Tesouro Nacional informou que a dívida externa registrou resgate líquido de R$ 2,51 bilhões em março. No valor estão incluídos pagamentos efetivos (em reais) do programa de resgate antecipado (buyback) de bônus soberanos em janeiro e fevereiro, além do vencimento do Global 2008-A.
Apesar de não ter feito captação no exterior, no mês passado o Tesouro registrou o ingresso do equivalente a R$ 4,53 bilhões em financiamento de um organismo multilateral ao governo brasileiro.
Com o resgate do Global, os gastos corresponderam a R$ 989,75 milhões em principal e R$ 354,93 milhões em juros, ágio e encargos. Já o cancelamento dos títulos recomprados no primeiro bimestre ficou em R$ 635,97 milhões em principal e R$ 210,53 milhões com encargos.
Foram pagos ainda R$ 211,84 milhões em parcelas vencidas de organismos multilaterais e outros R$ 79,14 milhões a agências governamentais, além de R$ 35,85 milhões com um dos bônus remanescentes da renegociação externa do país em 1994.
A divida pública federal externa fechou março correspondendo a R$ 106,25 bilhões, aumento mensal de 2,94%, com a apropriação de juros sobre o estoque no valor de R$ 5,255 bilhões.
terça-feira, 31 de julho de 2007
Governo central - que inclui Tesouro Nacional, Previdência e Banco Central - economizou R$ 43,7 bilhões, no primeiro semestre
* A economia feita pelo governo para pagar os juros da dívida cresceu no primeiro semestre, e a meta de superávit primário prevista para agosto foi atingida dois meses antes.
Especialistas dizem que a marca foi conseguida graças ao fraco ritmo do investimento público.
Em seis meses, o PPI (Projeto Piloto de Investimentos) recebeu só 10% do total previsto para o ano. Ele inclui obras de infra-estrutura, como saneamento e transportes.
De janeiro a junho, o governo central - que inclui Tesouro Nacional, Previdência e Banco Central - economizou R$ 43,7 bilhões.
O valor é 13,5% maior que o registrado no período em 2006 e idêntico à meta prevista para os oito primeiros meses do ano.
A antecipação foi comemorada pelo secretário do Tesouro, Arno Augustin. "Cumprimos em junho a meta prevista apenas para agosto."
(Folha de São Paulo - Sinopse Radiobrás)
Especialistas dizem que a marca foi conseguida graças ao fraco ritmo do investimento público.
Em seis meses, o PPI (Projeto Piloto de Investimentos) recebeu só 10% do total previsto para o ano. Ele inclui obras de infra-estrutura, como saneamento e transportes.
De janeiro a junho, o governo central - que inclui Tesouro Nacional, Previdência e Banco Central - economizou R$ 43,7 bilhões.
O valor é 13,5% maior que o registrado no período em 2006 e idêntico à meta prevista para os oito primeiros meses do ano.
A antecipação foi comemorada pelo secretário do Tesouro, Arno Augustin. "Cumprimos em junho a meta prevista apenas para agosto."
(Folha de São Paulo - Sinopse Radiobrás)
sábado, 14 de julho de 2007
Reservas internacionais do Brasil poderão se tornar equivalentes à sua dívida externa
- As reservas internacionais do Brasil devem cravar os US$ 150 bilhões esta semana e podem zerar a dívida externa total ainda este ano.
O último saldo disponível indicava US$ 148,4 bilhões no dia 6.
Mantido o ritmo atual de acumulação - foram acrescidos US$ 65 bilhões desde janeiro -, o montante pode chegar a US$ 200 bilhões até dezembro, volume suficiente para pagar, com folga, a dívida de US$ 184,3 bilhões.
Embora o Banco Central não divulgue sua meta, indicadores sugerem que há espaço para crescer.
Um deles é a relação reservas/PIB, que está em 11%, enquanto no Chile chega a 15%.
"Para que o Brasil alcance o Chile é preciso ao menos US$ 190 bilhões no caixa", diz Newton Rosa, economista-chefe da SulAmérica Investimento.
O dólar em baixa também deve estimular o apetite do BC, que de janeiro a maio adquiriu US$ 47,5 bilhões no mercado.
(Gazeta Mercantil - Sinopse Radiobrás - 10-07-07)
O último saldo disponível indicava US$ 148,4 bilhões no dia 6.
Mantido o ritmo atual de acumulação - foram acrescidos US$ 65 bilhões desde janeiro -, o montante pode chegar a US$ 200 bilhões até dezembro, volume suficiente para pagar, com folga, a dívida de US$ 184,3 bilhões.
Embora o Banco Central não divulgue sua meta, indicadores sugerem que há espaço para crescer.
Um deles é a relação reservas/PIB, que está em 11%, enquanto no Chile chega a 15%.
"Para que o Brasil alcance o Chile é preciso ao menos US$ 190 bilhões no caixa", diz Newton Rosa, economista-chefe da SulAmérica Investimento.
O dólar em baixa também deve estimular o apetite do BC, que de janeiro a maio adquiriu US$ 47,5 bilhões no mercado.
(Gazeta Mercantil - Sinopse Radiobrás - 10-07-07)
quinta-feira, 21 de junho de 2007
DÓLAR BARATO CONTRIBUI PARA A REDUÇÃO DO CUSTO DA DÍVIDA PÚBLICA FEDERAL
* Alvo da reclamação de exportadores, o dólar baixo ajudou na redução do custo da dívida pública federal.
Segundo dados do Tesouro Nacional, o custo caiu de 12,19% em abril para 8,27% em maio.
O estoque da dívida cresceu 1,04%, somando R$ 1,285,9 trilhão.
(Gazeta Mercantil - Sinopse Radiobrás)
Segundo dados do Tesouro Nacional, o custo caiu de 12,19% em abril para 8,27% em maio.
O estoque da dívida cresceu 1,04%, somando R$ 1,285,9 trilhão.
(Gazeta Mercantil - Sinopse Radiobrás)
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