segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Com dólar mais alto, dívida federal brasileira sobe 0,65% em setembro

segunda-feira, 27 de outubro de 2014 15:23 BRST

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BRASÍLIA (Reuters) - A dívida pública federal brasileira cresceu 0,65 por cento em setembro, para 2,184 trilhões de reais, influenciada pela forte valorização da moeda norte-americana e por uma emissão externa soberana, informou o Tesouro Nacional nesta segunda-feira.
De forma segmentada, a dívida pública mobiliária federal interna subiu 0,19 por cento em setembro frente a agosto, atingindo 2,079 trilhões de reais.
Já a dívida externa teve maior crescimento em setembro, de 10,76 por cento, influenciada pela valorização de mais de 9 por cento da divisa norte-americana frente ao real no período e pela emissão do bônus Global 2015 de 2,50 bilhões de reais (ou 1,05 bilhão de dólares). Com isso, o estoque da dívida externa passou a 104,58 bilhões de reais.
O Tesouro informou ainda que, no mês passado, as operações da dívida pública federal registraram resgate líquido de títulos de 12,81 bilhões de reais, resultado da emissão de 45,18 bilhões de reais e resgates de 57,99 bilhões de reais.
Os títulos prefixados representaram 41,84 por cento do total da dívida em setembro, maior que os 40,74 por cento no mês anterior e dentro da meta do governo para o ano (entre 40 e 44 por cento).
Os papéis corrigidos pela inflação representaram 35,07 por cento do estoque total em setembro, ante 34,81 por cento em agosto. Para o fim do ano a meta é que fiquem entre 33 e 37 por cento.
Já os títulos corrigidos pela Selic corresponderam a 18,36 por cento do total do passivo, ante 20,21 por cento em agosto. Para o término deste ano, a meta do governo é que fiquem entre 14 e 19 por cento.
Os dados apresentados pelo Tesouro mostram ainda que em setembro, antes à decisão da disputa presidencial, os investidores estrangeiros aumentaram suas aplicações em títulos da dívida mobiliária interna a 19,32 por cento, contra 18,80 por cento verificada no mês anterior.
Após uma campanha marcada por acirrada disputa, a presidente Dilma Rousseff (PT) foi reeleita neste domingo, gerando reação pessimista dos mercados, com o dólar acima de 2,50 reais e a Bovespa caindo cerca de 3 por cento.
(Por Luciana Otoni)
 
 

sábado, 1 de março de 2014

Críticas a Barbosa se multiplicam após ataques aos ministros do STF

28/2/2014 15:12
Por Redação - de Brasília

CORREIO DO BRASIL
Barroso foi enfático ao afirmar que 'mensalão' é um 'ponto fora da curva'
Barroso foi enfático ao afirmar que ‘mensalão’ é um ‘ponto fora da curva’
Após a derrota para a maioria do Plenário, no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Joaquim Barbosa, presidente da Corte e relator da Ação Penal (AP) 470, chamada de ‘mensalão’ pela mídia conservadora, ou de ‘mentirão’ na imprensa independente, sofrerá um novo revés, em breve. Ele verá todo o julgamento ser questionado, uma vez que a quadrilha que afirmava existir, no bojo do processo, simplesmente foi desconsiderada por seis dos ministros do Supremo.
Em não havendo quadrilha, o ex-ministro José Dirceu, por exemplo, não poderia ser alvo das acusações que o colocaram no centro da tese de ‘domínio do fato’, o que lhe significou parte da pena que cumpre, hoje, em regime fechado, quando deveria cumpri-la em regime semiaberto. Este será um dos fatos questionados pela defesa dos réus.
O julgamento dos embargos infringentes, recursos que poderiam reverter as condenações, representa o fim do andamento do processo no STF, mas ainda resta uma última possibilidade para os condenados tentarem mudar os rumos dos fatos e, por conseguinte, as penas impostas pela Corte: a revisão criminal, uma nova ação que poderá ser apresentada individualmente por cada condenado.
Nesta quinta-feira, durante o julgamento dos embargos infringentes, o STF decidiu, por maioria de votos, absolver os réus do crime de formação de quadrilha. No dia 13 de marco, serão analisados mais três recursos em relação ao crime de lavagem de dinheiro.
A absolvição por formação de quadrilha não altera as condenações dos réus do mensalão pelos demais crimes. Dirceu, Delúbio e Genoino cumprem pena por corrupção ativa. Os ex-dirigentes do Banco Rural estão presos por lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta e evasão de divisas. O núcleo de Valério cumpre pena por corrupção ativa, peculato e lavagem – Ramon e Valério foram punidos também por evasão.
Em relação a esses crimes, para os quais não cabem mais recursos no processo do mensalão, os condenados poderiam entrar com revisão criminal. A revisão criminal somente poderá ser apresentada quando não couber mais nenhum recurso contra as condenações.
Discurso virulento
Em artigo publicado nesta sexta-feira, a colunista da Rede Brasil Atual (RBA) Helena Sthephanowich atentou para o fato que, ao fim do capítulo do julgamento dos embargos infringentes na AP-470 que absolveu José Dirceu, José Genoino, Delúbio Soares e outros réus do crime de formação de quadrilha, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, o último a votar – quando já não era mais possível reverter o veredito – “fez um discurso com frases de efeito tais como ‘alertar à nação’, ‘sanha reformadora’ etc”.
“Aos olhos de quem trabalha com a divulgação de informação, ficou claro que se tratava de uma fala que poderia perfeitamente ser editada pelos telejornais, reforçando o viés moralizador de uma potencial campanha política dele, Joaquim Barbosa”, afirmou a colunista.
O discurso, no entanto, foi esvaziado nas edições dos jornais televisivos noturnos, para frustração do autor, e sobraram críticas ao comportamento do presidente da mais alta corte de Justiça do país. Segundo o jornalista Miguel do Rosário,
em seu blog, “o fato de estar publicada na CBN, que pertence às organizações Globo, mostra que não está sendo possível conter a avalanche de críticas ao JB. Ela está vindo com muita força, de todos os lados, de pessoas esclarecidas e preocupadas com o direito, com a justiça e, sobretudo, com a democracia, conceitos agredidos violentamente pelo sociopata político Joaquim Barbosa”.
“O cientista político Claudio Couto, da Escola de Administração Pública da FGV de São Paulo, acusou o presidente do STF, Joaquim Barbosa, de fazer acusações de cunho político e partidário contra seus colegas e contra a presidente da República. ‘Ele não podia fazer isso, pois um juiz deve ser neutro’, diz Couto. Ele aborda ainda a possibilidade de o STF reverter decisões sobre o ‘mensalão’, mesmo que isso contrarie a ‘opinião pública’. Couto lembra que o STF deveria ser uma instituição contra-majoritária, ou seja, mais preocupada com os direitos individuais do que com a opinião da maioria, até porque é uma opinião contingente e volátil, que hoje pode estar de um lado, e amanhã, de outro”, afirmou.
“Com a expressão de ‘alerta ao Brasil’, Joaquim Barbosa fez praticamente um chamamento ao golpe. Foi o que entendi após ouvir essa entrevista de Couto. E é isso mesmo o que eu acho que Barbosa fez: chamou um golpe. Ou preparou os
fundamentos de seu discurso eleitoral, cometendo um gravíssimo crime político, em dose dupla: juiz não pode exercer atividade político-partidária e não se pode usar a TV Justiça para veicular propaganda política”, concluiu.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Gravações da Justiça dão detalhes do atentado no Riocentro em 1981

Fantástico obteve depoimentos de testemunhas e participantes.
Ex-delegado diz que havia bomba no palco para atingir artistas.

Do G1, com informações do Fantástico
22 comentários



Novos depoimentos de testemunhas e participantes ajudam a Justiça a entender detalhes do atentado que ocorreu em 1981 no Rio Centro.
Com autorização, da Justiça, o Fantástico obteve acesso ao material, que é parte da mais completa investigação sobre o Caso Riocentro, iniciada dois anos atrás.
(veja vídeo ao lado)
Os relatos ajudam a esclarecer o caso, em que estão envolvidos grupos secretos, na tentativa de impedir o fim da ditadura militar. Com eles, o Ministério Público Federal (MPF) encontra detalhes do que aconteceu no Riocentro naquela noite, em que ocorria um show comemorativo ao dia 1º de Maio.
Um dos depoimentos é o do coronel reformado Wilson Machado, que nunca deu entrevistas sobre a explosão ocorrida dentro do carro em que ele estava na noite de 30 de abril de 1981, no Riocentro. No banco do carona estava o sargento Guilherme do Rosário, que morreu no veículo. Machado saiu ferido do episódio.
Em dezembro de 2013 e em janeiro passado, Machado disse ao Ministério Público Federal, que não estava envolvido com o atentado. “Eu nunca carreguei nenhum explosivo, não sei mexer com nenhum explosivo, nunca mexi na minha vida. Não estou encobrindo ninguém, e ninguém vai dizer que deu essa ordem pra mim”.
Enquanto Wilson Machado nega envolvimento e até a existência de uma bomba, um ex-delegado afirma que havia um plano para que uma bomba fose colocada no palco para atingir os artistas.
'Peritos foram pressionados'
Para o procurador Antonio Passos, não há dúvidas de que o inquérito conduzido logo depois do atentado em 1981 foi direcionado para que as conclusões não chegassem aos autores do atentado.
“Peritos foram pressionados, testemunhas foram ameaçadas, provas foram suprimidas do local do crime. Então, a gente não tem dúvida de que a primeira investigação no Riocentro foi direcionada para que o caso fosse acobertado, que não se descobrisse a verdade”, disse.
'Alguma coisa subversiva'
Em 1981, o então capitão do Exército Wilson Machado era chefe de uma seção do  Destacamento de Operações de Informações (DOI), órgão de inteligência e repressão da ditadura militar.  Segundo seu depoimento, a missão que recebeu do comando do DOI era simples: verificar se os artistas e os participantes falavam  “alguma coisa subversiva”.
Desde o primeiro inquérito, ainda em 1981, Machado sempre sustentou que ele e o sargento saíram do carro por alguns instantes depois de terem chegado ao Riocentro, e depois iriam estacionar normalmente. Ele teria ido ao banheiro e o sargento - conhecido no Exército como Wagner - aproveitou para procurar amigos com quem teria ficado de se encontrar.
Os dois voltaram ao carro e houve uma explosão -- que Machado diz não ter achado que se tratava de uma bomba. “Para mim não estourou bomba não, amigo”, disse. “Se você ver aí na declaração, não sei se está aí, quando eu fui interrogado, eu achava que tinha estourado o motor do carro”.
Testemunha
Mais de 30 anos depois do atentado, uma testemunha do caso criou coragem para falar ao MPF. Mauro Cesar Pimentel, dono do carro que aparece em uma imagem feita logo depois do atentado, foi localizado em 2011 pelo jornal "O Globo".
Ele disse não ter se pronunciado antes por medo, mas também conta ter visto o carro de Machado antes da explosão. “Eu olhei bem para dentro do carro e na traseira do carro, no vidro traseiro, que é baixa a traseira, eu vi dois cilindros idênticos ao que ele estava manipulando”, contou ele, referindo-se ao sargento Guilherme do Rosário.
Machado, que viu a declaração por meio do MPF, contesta a informação. “Duvido. Duvido!”, diz Machado.
Em depoimento, Pimentel diz ter visto a explosão e buscado ajuda. “Eu corri, corri e não achei ninguém. Voltei e falei, vou eu mesmo socorrer ele. Mas quando eu voltei, ele não estava mais lá (Machado). Já não estava ele e não estavam os dois cilindros na traseira do carro. Só ficou o sargento, que já estava morto”.
Em todos os depoimentos que deu até hoje, Machado afirma que não se lembra quem o socorreu e diz que o explosivo não estava no colo do sargento. Ele também mostra cicatrizes de que teria sido atingido no episódio.
Na época, a investigação concluiu que a bomba estava imprensada entre o banco e a porta do carona.
'Eu não podia deixar de cumprir a ordem'
O major reformado Divany Carvalho Barros, conhecido no Exército como "Dr. Áureo", admitiu, três décadas depois do atentado, que foi enviado ao Riocentro para recolher provas que pudessem incriminar o Exército. Divany afirma que recolheu de dentro do carro três objetos pertencentes ao sargento Rosário.
Eu não podia deixar de cumprir a ordem. A caderneta com telefones, nomes, anotações. Peguei a caderneta, peguei uma granada defensiva que ele usava na bolsa que não explodiu. Peguei a pistola dele”, contou em depoimento ao MPF.
Em outro depoimento ao MP, o ex-delegado de polícia Cláudio Guerra contou que sua função era prender, no Riocentro, pessoas falsamente ligadas à explosão. No depoimento, ele revela a existência de mais uma bomba com um novo alvo – o palco e os artistas.
“Seria colocado no palco, justamente para atingir... A comoção seria a morte de artistas mesmo, né?”, diz o ex-policial.
Nenhuma bomba explodiu no palco. No entanto, além da que explodiu no pátio, outra foi atirada na casa de força do Riocentro, para cortar a luz e causar pânico nas mais de 20 mil pessoas que assistiam ao show, segundo os procuradores.
A viúva do sargento Guilherme do Rosário, Sueli José do Rosário, também guardou silêncio por mais de 30 anos, segundo disse ao MPF, por ter sido ameaçada.
“No dia que enterrei meu marido. No dia... Não deram tempo nem para eu chorar a morte do meu marido”, disse. Ela conta que a ameaça veio de alguém chamado de 'doutor Luiz', que teria dito que ela seria acompanhada e mencionado seus dois filhos. O MPF está investigando a identidade do homem.
Restaurante do Rio é peça chave
As investigações do Ministério Público Federal também estão mapeando a atividade dos grupos que lutaram contra o fim da ditadura. Na lista de endereços revelados pelas testemunhas, um restaurante na Zona Portuária do Rio é uma peça importante das investigações.
Segundo o MPF, coronéis e generais do Exército se reuniam no local para planejar os atentados. Depois, as ordens eram repassadas aos subalternos. Somente nos primeiros meses de 1980, foram 46 explosões atribuídas aos militares.
Boa parte dos atentados foi contra bancas de jornal que vendiam publicações consideradas subversivas. Uma bomba enviada à sede da Ordem dos Advogados do Brasil, no Rio, matou a secretária Lyda Monteiro.
Denúncia do MPF
Para o MPF, o coronel Wilson Machado, o ex-delegado Cláudio Guerra e os generais reformados Nilton Cerqueira e Newton Cruz, devem responder por tentativa de homicídio, associação criminosa e transporte de explosivos.
Nilton Cerqueira era comandante da Polícia Militar do Rio de Janeiro e teria suspendido o policiamento no dia do show. Newton Cruz, que ainda foi denunciado por favorecimento, chefiava o Serviço Nacional de Informações (SNI). Segundo o MPF, ele soube do atentado com antecedência e nada fez para impedir.
Os outros denunciados pelo MPF são o major Divany, por fraude processual, e o general reformado Edson Sá Rocha, acusado de ter defendido um plano de atentado um ano antes, também no Riocentro - o único que se recusou a responder às pergundas do MPF.
Passados 33 anos do atentado, os procuradores alegam que o crime não prescreveu porque foi praticado contra o país. Além disso, não estariam cobertos pela Lei da Anistia, válida de 1961 a 1979.
A Justiça Federal ainda está analisando o novo inquérito para decidir se aceita a denúncia.
Procurados pelo Fantástico, o general Newton Cruz disse que já foi julgado e inocentado pelo Superior Tribunal Militar e pelo Supremo Tribunal Federal no caso do Riocentro. A família do ex-delegado Cláudio Guerra disse que ele está doente e não poderia falar. Nilton Cerqueira e Sueli José do Rosário não quiseram dar entrevista para o Fantástico. Já o coronel Wilson Machado e o major reformado Divany Carvalho Barros foram procurados em casa e pelo telefone, mas não foram encontrados.
Veja o site do Fantástico






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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014



   

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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Panorama Político -04-02-2014 (O Globo - Ilimar Franco)
Compasso de espera
               A presidente Dilma não bateu o martelo com o PMDB ontem à noite. Além do vice Michel Temer, passaram por lá os presidentes Renan Calheiros e Henrique Alves. O vice Michel Temer apresentou o nome do senador Vital do Rego (PB) para os Portos. O partido manteria a Agricultura, ganharia Ciência e Tecnologia, e abriria espaço para o PTB ocupar o Turismo. Dilma só vai fechar depois de acertar com todos os aliados.
O tricô da reforma ministerial
O vice Michel Temer conversou por mais de três horas ontem com a presidente Dilma para acertar a presença do PMDB no governo. À noite, o presidente do Senado, Renan Calheiros, foi chamado ao Planalto. Na mesa, a nomeação de Vital do Rego para Portos. “Os senadores e os deputados apoiam o Vital", disse o presidente da Câmara, Henrique Alves. Pela manhã, Benito Gama, presidente do PTB, pediu a Temer para o PMDB abrir mão do Turismo. Alegou que eles não tinham nomes para Ciência e Tecnologia. O líder Eduardo Cunha avalizou: “A Câmara quer as duas pastas, não importa qual". A expectativa era a de que a presidente Dilma batesse o martelo.
A reforma política é uma unanimidade estática. Todos são favoráveis mas ela não deslancha no Congresso

Renan Calheiros
Presidente do Senado (PMDB-AL)

Acertando as contas
O Planalto trabalha junto aos senadores para tirar da pauta a troca do indexador na renegociação das dívidas dos estados. A presidente Dilma criou uma força tarefa, com a presença da pasta da Fazenda, para o assunto voltar para a gaveta.

Um dinheiro aí
Petistas ligados a José Dirceu preparam uma mobilização para ajudá-lo a pagar a multa de sua condenação. Será feito um mutirão por doações. Seu caixa já teria R$ 500 mil, da arrecadação feita por Delúbio Soares. A multa de Dirceu é de R$ 971 mil. Os recursos que sobrarem da mobilização irão para o Fundo de Melhorias do Sistema Prisional.
Sempre sobra mais um
O governador Cid Gomes (PROS) e o PT deram um chega para lá no PMDB e no PCdoB do Ceará. Cid vai indicar o nome para sucedê-lo. O líder do PT, deputado José Guimarães, vai ao Senado. O senador Inácio Arruda (PCdoB) está esperneando.
O placar da convenção
Um dirigente do PMDB, experiente nos embates partidários, fez as contas sobre o resultado de uma convenção sobre o apoio à presidente Dilma. Seu prognóstico é o de que a aliança como PT pela reeleição teria hoje cerca de 564 votos, a bancada da oposição teria por volta de 202 votos e 92 convencionais estariam indefinidos.

Pena casada
O presidente do STF, Joaquim Barbosa, está aguardando o resultado da perícia sobre a saúde de José Genoino (PT), para decidir também sobre a prisão de Roberto Jefferson (PTB). Ambos, por questões de saúde, reivindicam prisão domiciliar.
A trincheira da indústria
As 27 federações estaduais e 70 associações setoriais da indústria se reúnem hoje na CNI. Vão fechar a pauta legislativa. Nela: o fim do adicional de 10% do FGTS, contra a adoção da Convenção 158 da OIT e a regulamentação da terceirização.

CITADA para assumir Direitos Humanos, a ministra Eleonora Menicucci diz que “é forte candidata a completar a gestão na Secretaria das Mulheres”.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

A segurança na Copa (Ilimar Franco)


             As Forças Armadas terão uma força de contingência, com homens aquartelados, e prontos para a ação, em todas as cidades sedes de jogos da Copa. Esta entrará em campo em caso de falência da atuação dos governos estaduais para garantir a segurança pública. O Ministério da Defesa também atua para ampliar a integração com as polícias civil e militar. E nega que seja sua a proposta, de criar um ‘curralzinho’ para manifestações.

A sucessão, a Copa e os protestos
A oposição aposta em protestos durante a Copa, para criar embaraços para a presidente Dilma. Mas os estrategistas da campanha pela reeleição avaliam que estas manifestações afetarão o governo federal, mas também os governos locais. Eles lembram o efeito do levante, de junho de 2013, sobre o governador Sérgio Cabral (RJ). E apostam que parcela da opinião pública ficará contra esses movimentos. Especulam ainda que eles podem até transformar a presidente em vítima. Por fim, dizem aliviados que o pior cenário, o da surpresa, está afastado, devido aos eventos de junho último. E acreditam que o clima “Salve a Seleção” vai limitar o espaço dos radicais.

Eles querem que eu vá para a pasta do João Santana. Que eu segure a pasta do João Santana. Se for isso, acho muito bom

Paulo Bernardo
Ministro do Planejamento, ironizando, para integrante do comando da campanha da reeleição, o movimento de petistas para derrubá-lo do cargo

Fim das resistências
O PSB paulista foi ganho para a candidatura própria ao governo. Ontem, o vice do partido, Fernando Bezerra Coelho, acertou os ponteiros. Defensor do apoio ao PSDB, o deputado Márcio França, pode ser o candidato dos socialistas.

Reforço de caixa
As emendas impositivas engordaram o orçamento da Secretaria das Mulheres. A ministra Eleonora Menicucci terá US$ 13,1 milhões a mais para investimentos. A previsão inicial era de R$ 73,9 milhões de uma verba global de R$ 217 milhões. A bancada das mulheres, que representa 8% da Câmara, responde por 53% dos novos recursos.

Novo foco de divergência
Irritação no PMDB. O prefeito de Anápolis, Antônio Gomide (PT), anunciou que é candidato ao governo de Goiás. O principal aliado do governo Dilma contava como certo o apoio dos petistas ao seu candidato, Junior da Friboi.

Fidelidade só na TV
Os candidatos do PDT aos governos estaduais Pedro Taques (MT), Vieira da Cunha (RS) e Reguffe (DF) foram liberados para abrir seus palanques para os candidatos da oposição ao Planalto. O compromisso dos trabalhistas com a reeleição da presidente Dilma é garantir o tempo de TV do partido nas eleições presidenciais.

Correndo contra o tempo
Os deputados reagem contra os prazos e regras para liberação das emendas impositivas. As cidades contempladas com recursos devem ser indicadas até 10 de fevereiro. E os projetos executivos têm que ser entregues até 20 de março.

Redução de danos
O Fundo Global para o Meio Ambiente aprovou projeto da ministra Izabela Teixeira e vai liberar US$ 7,5 milhões para reduzir as emissões tóxicas da indústria siderúrgica. Esta é uma das metas aprovadas pela Conferência de Copenhague.
Como o tucano Aécio Neves, o socialista Eduardo Campos também está com dificuldades para construir um palanque no Rio de Janeiro.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

sente “livre”
Publicado:
 
RIO — O PT vai se antecipar ao governador do Rio, Sérgio Cabral, e entregará hoje mesmo os cargos que mantém no governo estadual. Na madrugada de sábado, como antecipou o site do GLOBO, Cabral enviara ao presidente regional do PT, Washington Quaquá, um e-mail comunicando sobre a exoneração dos petistas, que seria feita na próxima sexta-feira. Hoje, Quaquá toma café da manhã com o governador, no Palácio Guanabara. Já vai com a lista dos petistas.
— A gente está querendo sair há muito tempo. Mas houve uma movimentação do governador junto ao Palácio do Planalto e ao PT nacional, para impedir. Sempre colocava em xeque uma ameaça de rompimento da aliança nacional com o PMDB. Mas agora o governador entendeu que é irreversível. Que exonere logo. Não queremos que fique mais ninguém do PT — disse o senador Lindbergh Farias (PT-RJ), pré-candidato ao governo.
Quaquá calcula que o número de cargos seja de 200. Saem os secretários Carlos Minc (Meio Ambiente) e Zaqueu Teixeira (Assistência Social). O presidente do PT, que chegou a defender um aliança com o PMDB, com Lindbergh à frente da chapa, agora vê como impossível tal composição. Ele afirma que o rompimento no Rio não afetará a aliança nacional com o PMDB.
— Para nós, a saída deveria ter sido em novembro. Ficamos para atender a um pedido da direção nacional. Esse e-mail do Cabral recebemos com alegria. Até ajuda a gente. Mas seria até deselegante falar em aliança, acho que está descartada. Temos nosso candidato. Eles têm o deles (o vice-governador Luiz Fernando Pezão). — diz Quaquá, afirmando que, desde a eleição de Lula, o PT conquistou o “eleitorado da massa popular”, e que é hora de atrair esse eleitores também no Rio.
Cabral tomou a decisão irritado com a decisão do PT de antecipar de 31 de março para 28 de fevereiro a saída do governo. Cabral soube por e-mail, meia hora antes, que aconteceria o encontro formalizando a decisão, no último dia 17, na sede do Sindicato dos Bancários, no Rio. Ali, Lindbergh já intensificara suas críticas ao governador. A decisão abre espaço no governo para novos aliados, como o Solidariedade, do deputado federal Paulinho da Força (que ocupará a Assistência Social).
Segundo Cabral, na última reunião das cúpulas do PT e do PMDB, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria deixado claro que não interferiria mais no Rio, como em outros tempos (em 1998, a direção nacional fez uma intervenção contra a candidatura de Vladimir Palmeira ao governo).
— Lula disse que não violentaria o Rio outra vez. Estamos muito satisfeitos com o desfecho. É como terminar um casamento ao qual a gente quer dar fim a um bocado de tempo. Estamos livres — disse o senador,

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

RESUMO DAS NOTÍCIAS DOS JORNAIS DE HOJE (21-01-2014 - TERÇA-FEIRA
21 de janeiro de 2014
 
O Estado de S. Paulo
Manchete: Déficit da Previdência sobe e vai a R$ 50 bilhões em 2013Para diminuir rombo, governo quer modificar regras de pensão por morte e de auxílios-doença e invalidez.

Dados obtidos pelo Estado mostram que o rombo com gastos previdenciários deu um salto em 2013, levando o País a registrar outro déficit no setor. A conta ficou negativa em R$ 49,9 bilhões, informa Mauro Zanatta. O governo esperava um equilíbrio na comparação com 2012, quando a diferença entre arrecadação e gastos com quase 28 milhões de benefícios fechou no vermelho em R$ 42,3 bilhões. O governo diz que a elevação dos gastos é explicada pelo pagamento, por decisão judicial, de quase R$ 3 bilhões em passivos acumulados nos anos anteriores. Também pesaram revisões do teto de benefícios com reajuste acima da inflação e o recálculo de auxílios-doença e aposentadorias por invalidez, despesas que a Previdência quer rever. As pensões por morte, que custam R$ 140 bilhões por ano ao País, também devem ter suas normas alteradas em breve pelo governo. (Págs. 1 e economia B1 e B3)

R$ 65,4 bi

Foi o total de despesas com a concessão de auxílios-doença e por invalidez em 2013.
MPE quer que Prefeitura indenize por enchentes
O Ministério Público Estadual foi à Justiça contra a Prefeitura de São Paulo para obrigá-la a resolver o problema dos alagamentos na cidade e indenizar as pessoas que sofreram danos com as enchentes. A Promotoria de Habitação e Urbanismo identificou 422 pontos no centro expandido que sofreram ao menos quatro inundações anuais de 2005 a 2013. (Págs. 1 e metrópole A13)
Mercadante já dá parte do expediente na Casa Civil
A presidente Dilma Rousseff nomeará Aloizio Mercadante (PT) para a Casa Civil com o objetivo de fazer a ponte entre o governo e a campanha da reeleição. Ontem, ele já despachava informalmente no Planalto. O empresário Josué Gomes da Silva/PMDR) deve assumir o Desenvolvimento e fará parte do grupo dos que permanecerão em caso de vitória. (Págs. 1 e política A4)
Roseana contrata sem licitação empresa doadora
O governo Roseana Sarney (PMDB) contratou sem licitação para a construção de três prisões no Maranhão uma empresa que doou R$ 225 mil para o diretório maranhense do PMDB em 2010, quando ela foi reeleita, reporta Marcelo Gomes. (Págs. 1 e metrópole A16)
Delúbio trabalha na CUT e reduz pena
O ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares começou a trabalhar na sede da CUT em Brasília. Condenado no processo do mensalão a 6 anos e 8 meses de prisão, ele receberá R$ 4,5 mil mensais como assessor da presidência. A cada 3 dias de trabalho, Delúbio reduzirá 1 dia da pena. A defesa de José Genoino confirmou o pagamento da multa no mensalão de RS 667,5 mil. Outros dois, de cinco condenados, pediram prorrogação do prazo. (Págs. 1 e política A8)
Crime prescrito
A Justiça confirmou a prescrição dos crimes de peculato e formação de quadrilha pelos quais o ex-ministro Walfrido dos Mares Guia foi acusado no mensalão mineiro, de 1998. (Págs. 1 e A8)
‘Mundo está de olho’, diz Fifa
Em visita a Itaquera, Jérôme Valcke, da Fifa, elogiou as obras do estádio, que deve ser entregue em abril, mas avisou: "O mundo está de olho". (Págs. 1 e A18)
Alckmin pagará bônus a policiais
O governador Geraldo Alckmin (PSDB) pagará até R$ 2 mil de bônus aos policiais de São Paulo que atingirem metas em três indicadores de criminalidade. (Págs. 1 e metrópole A15)
‘Rolezinho’: ministro defende diálogo (Págs. 1 e metrópole A17)



ONU exclui Irã de diálogo sobre Síria (Págs. 1 e internacional A9)


Dora Kramer: Volta por baixa
Dilma faz o caminho inverso ao da “faxina ética”, e sem a cerimônia de algum tempo atrás, quando reintegrou alguns dos demitidos. (Págs. 1 e política A6)
José Paulo Kupfer: Desigualdade no emprego
A nova pesquisa Pnad Contínua, que abrange mais de 200 mil domicílios, mostra com mais nitidez desequilíbrios de mercado de trabalho. (Págs. 1 e economia B4) 
Notas & Informações: Os ônibus - exagero e realidade
Seria bom que o serviço de ônibus estivesse melhorando tanto quanto dizem autoridades em SP. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense


Manchete: Rolezinho universitário no Planalto e no Senado
Um grupo de alunos da Universidade Gama Filho, do Rio de Janeiro, sentiu na pele o que é ter os direitos restritos. Acampados próximo ao Palácio do Planalto, eles reivindicavam a federalização da instituição de ensino. Os manifestantes foram detidos pela PM, levados ao Senado e ouvidos pela Polícia Legislativa. Vão responder por desacato à autoridade. As forças de segurança agiram em razão da norma que proíbe acampamentos na área da Esplanada. Representantes de shopping centers, por sua vez, pedem uma interferência do governo federal a fim de evitar tumultos nos rolezinhos. Alvo de muitas interpretações políticas, os jovens da classe C se tornaram os reis dos centros de compras. Eles gastam R$ 130 bilhões por ano e adoram roupas de marca e produtos eletrônicos, em uma atitude de estilo contra o preconceito. (Págs. 1 e 6 e 11)
Emprego de Delúbio é para poucos
Condenado pelo mensalão, o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares iniciou ontem as atividades como assessor da CUT. Levantamento mostra que benefício, como o dele, é realidade de apenas 8% dos presos no DF. (Págs. 1 e 2 e 3)
MP vai enquadrar CBF por oferta de dinheiro à Lusa (Págs. 1 e superesportes capa)


Eleições no DF: Oposição bate cabeça para vencer Agnelo
Ainda sem um nome que os represente nas eleições de outubro, grupos ligados aos ex-governadores Arruda e Roriz veem mais um aliado — Luiz Pitiman — acenar que pode ficar fora da corrida para o Buriti. (Págs. 1 e 19)
Com Lula, Dilma desenha reforma
Presidente ouve o núcleo da campanha à reeleição, entre eles Lula, para definir mudanças na Esplanada. Futuro chefe da Casa Civil, Mercadante já despacha no Planalto. (Págs. 1 e 4)
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Estado de Minas


Manchete: Invasão paulista na UFMG
Com a entrada no Sisu, cresce o número de selecionados de outros estados, principalmente de SP.

A concorrência nacional pelas vagas na universidade, pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que tem por base as notas do Enem, levou a uma explosão dos aprovados de fora de Minas. Em 2011 eles representavam 4%, percentual que subiu para 9% em 2012 e recuou para 7% no ano passado. Agora, a proporção dos “forasteiros” saltou para 17%. Os paulistas são disparadamente a maioria: 349 dos 3.535 selecionados para o primeiro semestre na UFMG, ou quase 10% do total, são do estado mais rico e populoso do Brasil. Depois de São Paulo, o Espírito Santo é o segundo com maior número de aprovados (60). Entre os futuros calouros há gente de todas as unidades da federação, exceto da Paraíba. (Págs. 1 e 17)
Coreia do Sul: Dados de 80 milhões de cartões são roubados (Págs. 1 e 15)


Os novos donos dos shoppings
Pesquisa revela que jovens da classe C são os principais clientes desses centros comerciais no Brasil, com potencial anual de consumo de R$130 bilhões.

Gastos superam os da parcela mais rica da população, estimados em R$80 bilhões. (Págs. 1 e 11)
Livre, até as 18h
O ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares deixou ontem o centro de detenção onde cumpre pena em Brasília para seu primeiro dia de trabalho na sede da CUT. (Págs. 1 e 2 e 3)
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Jornal do Commercio


Manchete: Aposentadorias têm perda de 81% 
Confederação de Aposentados, Pensionistas e Idosos diz que, nos últimos 20 anos, segurados do INSS que recebem mais que o salário mínimo têm benefícios cada vez mais achatados. (Págs. 1 e economia 3)
Mensalão
Genoino paga multa de R$ 667,5 mil. Valério pede para prorrogar prazo. (Págs. 1 e 5) 
ProUni divulga primeira lista de beneficiados
MEC anuncia selecionados do programa que dá bolsas a egressos da rede pública. Matrícula vai até sexta. (Págs. 1 e 7)
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Zero Hora


Manchete: Estratosféricos 280%: Brasil, nº 1 da América em juro no cartão
Sem limite para a cobrança, taxa anual é seis vezes maior do que a do segundo colocado, o que aumenta a inadimplência. (Págs. 1 e 16)
País na mira: ONG critica violações de direitos (Págs. 1 e 22)


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Brasil Econômico


Manchete: Dilma vai a Davos para reforçar a confiança
A presidenta Dilma Rousseff chega ao Fórum Econômico Mundial, nesta sexta-feira, disposta a mostrar o compromisso do país com investidores e com a estabilidade econômica. Na comitiva do governo brasileiro estão Guido Mantega, Alexandre Tombini e Fernando Pimentel. (Págs. 1 e P6)
Rogerio Studart: Em Davos, é importante para o Brasil renovar diálogo com a comunidade global de negócios (Págs. 1 e P7)


China: Crescimento de 7,7% em 2013 mostra desaceleração de ritmo da economia, dizem analistas (Págs. 1 e P22)




Uma questão de segurança
O mercado de segurança eletrônica está em expansão no Brasil. As residências das classes B e C e os varejos de pequeno porte já adotam as tecnologias. “Hoje, temos mais projetos em condomínios de classe média de bairros afastados de São Paulo do que em empreendimentos de alto padrão”, diz Fernando Moreira, da G-Eletro. (Págs. 1 e P11)
Consumo de energia: ‘Ar-condicionado é o novo chuveiro elétrico’
O aparelho, cada vez mais presente nos lares brasileiros, é apontado como o novo vilão pelas distribuidoras, que alegam não ter recursos para os investimentos necessários. (Págs. 1 e P4 e 5)
Tecnologia: O governo brasileiro parece enfim discutir seriamente a segurança da informação (Págs. 1 e P13)




Antirreclamação: Susep regula apólices de responsabilidade civil para administradores de empresas (Págs. 1 e P17)



Luz: LEDesign chega ao país, com produto equivalente à incandescente de 100 watts (Págs. 1 e P14)



Mosaico: As ligações das famílias Arraes e Campos com a Imip vão além do secretário de Saúde (Págs. 1 e P2)